sábado, 28 de agosto de 2010

Raiva

Outro dia, o Lucas me tirou do sério com uma sequência de provocações em um curto espaço de tempo. Repreendi uma, duas, três vezes (na verdade, perdi a conta do número que cheguei) até que acabei falando uma bobagem em um tom bem rude. De imediato sua reação foi chorar e a minha de ficar arrasada e pedir desculpas.

Levei ele para meu quarto e expliquei que as vezes, erradamente, as pessoas falam coisas que não sentem e que não gostariam de dizer, mas em um momento da raiva falam bobagens. Ele me deu um abraço e ainda com lágrimas nos olhos, disse:

- Eu sei, é igual quando você briga comigo e eu digo que não gosto de você. É uma mentira grande que não é verdade.

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